Coletanea ignacio de loyola brandao

Autor: Ignacio de Loyola Brandao
Editora: Global

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Sinopse

Ignácio de Loyola Brandão, que acaba de ganhar o prêmio Machado de Assis pelo conjunto de sua obra, está prestes a completar 80 anos. Em sua homenagem, a Global Editora leva às livrarias uma coletânea especial, composta por cinco romances de sucesso acoplados em um box com assinatura do autor:Pega ele, silêncio!Violência social, típica de uma sociedade competitiva e carente de valores, implacável com os fracos, mas também a velha e embriagadora violência do bicho-homem, que parece mais embriagadora do que nunca em momentos de tensão, individual ou coletiva, como o final da década de 1960, quando se desenrolam os três contos desta obra. Veia bailarinaEnquanto aguarda uma operação no cérebro, mais ou menos como o náufrago que está se afogando, o escritor dá um balanço em sua vida; a ameaça do aneurisma, a ansiedade se misturam a velhas perplexidades, revê situações, amigos, como num cineminha particular, reflete, indaga a si mesmo. O beijo não vem da bocaEm forma de ficção, sem a pretensão de respondê-la, uma das perguntas mais inquietantes formuladas pelo ser humano, desde o momento em que começou a indagar o porquê da vida e do destino: o significado do amor e a sua influência em nossas vidas. Cabeças de segunda-feiraO livro divide-se em cinco grandes temas (a criação, o desejo, o amor, o homem, a mente), que podem servir de inspiração para histórias de todo tipo e formato, bem comportadas, quadradas, redondas. Loyola deles extraiu uma mistura ácida de insólito e gozação, um pouco além ou aquém da realidade (a anã pré-fabricada, a irrefreável parideira), e flagrantes do caos urbano, em visão cínica e implacável: o gozo atrás das árvores, obscenidades para uma dona de casa. O homem que odiava segunda-feiraNa porta da livraria, um homem distribui folhetos amarelos convidando para uma reunião. Objetivo: extinguir do calendário as segundas-feiras, esse dia nefasto no qual todos os males da semana (e da vida) começam. Prova científica? O estranho vírus denominado Monday-Monday, de sintomas incertos e amplitude universal. Mas como eliminar um dia da semana? Consultas a advogados, na tentativa de esclarecer da existência de alguma lei a respeito. Desilusões, frustrações.

Dados

Título: Coletanea Ignacio De Loyola Brandao

ISBN: 9788526022805

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 16 x 23 x 5,7

Páginas: 1096

Ano copyright: 2016

Coleção: Ignacio De Loyola Brandao

Ano de edição: 2016

Edição:

Participantes

Autor: Ignacio de Loyola Brandao

Autor

IGNACIO DE LOYOLA BRANDAO

Ignácio de Loyola Brandão nasceu em Araraquara (SP), em 31 de julho de 1936. Jornalista e escritor, Brandão publicou dezenas de livros, entre romances, contos, crônicas e viagens, além de ter participado de várias antologias. Filho de um ferroviário, tornou-se crítico de cinema aos 16 anos, quando soube que crítico não pagava entrada em cinema. Assim enveredou pelo jornalismo. Em 1957, mudou-se para São Paulo e foi trabalhar no jornal Última Hora como repórter. Estreou com um livro de contos sobre a noite paulistana, Depois do Sol. Seu primeiro romance, Bebel que a Cidade Comeu, foi publicado em 1968. Em 1974, foi lançado na Itália o romance Zero, sua obra mais conhecida. Editado no Brasil no ano seguinte, o livro foi proibido em 1976 pelo Ministério da Justiça do governo Geisel. A obra só seria liberada em 1979. Em 1993, iniciou colaboração semanal no jornal O Estado de S.Paulo. Em 1996, submeteu-se a uma cirurgia para a retirada de um aneurisma cerebral e registrou a experiência no livro Veia Bailarina, em 1997. Tendo como cenário a ditadura militar e o exílio, sua obra romanesca faz uma crítica amarga da sociedade brasileira, mas também fala de amor e solidão. Em julho de 2001, por ocasião de seu aniversário, foi homenageado pelo Instituto Moreira Salles, com a publicação de sua vida e obra no volume 11 da série Cadernos de Literatura Brasileira. Em 2008 o romance O Menino que Vendia Palavras ganhou o Prêmio Jabuti de melhor livro de ficção do ano. Em suas crônicas, são frequentes as referências à infância em Araraquara, aos colegas de geração e ao cotidiano da cidade de São Paulo.