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Autor: Machado de Assis
Editora: Moderna
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O enredo gira em torno da vida de Rubião, amigo e enfermeiro particular do rico filósofo Quincas Borba. Quando este morre, deixa toda sua fortuna para Rubião, contanto que ele sempre cuide do cão que pertencera ao filósofo, também chamado de Quincas Borba. Rubião decide então trocar a pacata cidade de Barbacena, em Minas Gerais, pelo Rio de Janeiro e, durante a viagem de trem, conhece o casal Sofia e Cristiano Palha. Os dois percebem estar diante de um rico e ingênuo provinciano e acabam atraindo-o para o seu convívio. Com o tempo, Rubião não só passa a confiar cegamente a administração de todos os seus bens ao novo amigo, um esperto comerciante, como também se apaixona por Sofia, que mantém uma atitude duvidosa com ele.
Título: Quincas Borba
ISBN: 9788516103118
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 16 x 23 x 1,7
Páginas: 296
Ano copyright:
Coleção: Travessias
Ano de edição: 2016
Edição: 3ª
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Legenda:
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Autor: Machado de Assis
Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Nascido no Morro do Livramento, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Fundador da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, ocupou sua presidência por mais de dez anos. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.