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Neste livro, Charb – um dos principais nomes que fizeram a fama da revista Charlie Hebdo, e defensor aguerrido da igualdade de direitos – reflete sobre sua preocupação em ver a luta antirracista ser substituída por uma luta pela proteção e a promoção de uma religião. Porque o termo “islamofobia” sugere que é mais grave detestar o islamismo, isto é, uma corrente de pensamento perfeitamente criticável, do que os muçulmanos. E, se criticar uma religião não é um crime, discriminar alguém por causa da sua afiliação religiosa o é, sem sombra de dúvidas.Trata-se de um opúsculo salutar que serve para mostrar que a palavra “islamofobia” só agrada aos racistas, islamitas radicais, políticos demagogos e jornalistas preguiçosos.
Título: Carta Aos Escroques Da Islamofobia Que Fazem O Jogo Dos Racistas: Um Manifesto Postumo Do Diretor Do Charlie Hebdo
ISBN: 9788577345915
Idioma: Português
Encadernação: Capa dura
Formato: 14,5 x 21
Páginas: 96
Ano copyright: 2015
Coleção:
Ano de edição: 2015
Edição: 1ª
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Charb, como ficou conhecido Stéphane Charbonnier, nasceu em 1967, em Conflans-Sainte-Honorine, na França. Foi ilustrador e jornalista. Começou a dirigir o semanário Charlie Hebdo, publicação satírica de esquerda, em maio de 2009. Trabalhou em vários jornais franceses, incluindo Télérama, Fluide Glacial e L’Humanité. É o criador dos personagens Maurice e Patapon, um cachorro e um gato anticapitalistas, em quadrinhos homônimos, cuja compilação foi publicada em quatro tomos, de 2005 a 2009, pela editora Hoëbeke. É autor de vários livros, incluindo Le Petit Livre rouge de Sarko (2009), Sarko, le kit de survie (2010) e La salle des profs (2012), pela editora 12 bis. Ilustrou Marx, manual de instruções, último livro de Daniel Bensaïd publicado em vida. Morreu em 7 de janeiro de 2015, em um atentado ao Charlie Hebdo, junto com os cartunistas Tignous, Wolinski e Cabu.