Anna karênina

Autor: Leon Tolstoi
Editora: Martin Claret

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Sinopse

É um dos maiores romances da literatura universal, uma das obras clássicas que apelam simultaneamente à razão e ao coração do leitor, que o deixam ora eufórico, ora cheio de angústia, e ficam arraigadas, queira ele ou não, em seu imaginário. Seu autor é um conde russo, grande escritor e filósofo do século XIX que sabia retratar o destino de uma pessoa ou uma família qualquer como se fosse o do mundo inteiro, perscrutando, com absoluta lucidez espiritual, os aspectos mais importantes da vida humana. Quem o protagoniza é uma mulher linda e sensual que ousou desafiar as convenções morais de sua época e teve de pagar por isso... O nome desse romance é tão simples quanto revelador: Anna Karênina. Ao evocar nele uma das mais comoventes histórias de amor que jamais foram narradas, Leon Tolstói procura esclarecer diversas questões existenciais que concernem a todos e vai muito além do comum em sua tentativa de encontrar, se não uma receita infalível da felicidade terrena, pelo menos uma plausível explicação dos motivos pelos quais nem sempre é fácil alcançá-la. Tradução direta do russo por Oleg Almeida.

Dados

Título: Anna Karênina

ISBN: 9786559103669

Idioma: Português

Encadernação: Capa dura

Formato: 12 x 19 x 3,5

Páginas: 1216

Ano copyright: 2019

Ano de edição: 2026

Edição:

Participantes

Autor: Leon Tolstoi

Tradutor: Oleg Almeida

Autor

OSCAR WILDE

Oscar Wilde (1854-1900) nasceu na Irlanda em 1854. Ao longo de sua carreira como escritor, produziu poemas, contos, ensaios e um único romance: O retrato de Dorian Gray. As peças teatrais alçaram-no ao sucesso na última década do século XIX. O êxito literário também lhe rendeu uma situação financeira abastada, que lhe proporcionou, consequentemente, uma vida desregrada e extravagante. Em maio de 1895, acabou condenado a dois anos de trabalhos forçados por cometer sodomia – a homossexualidade era considerada crime na época. A prisão foi sua ruína. Em 1897, mudou-se para Paris e passou a usar o pseudônimo Sebastian Melmoth. Morreu em 1900, de meningite – agravada pelo alcoolismo e pela sífilis.