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Giorgio Agamben é o autor dos cambiantes mais interessantes, inovadores e inquietantemente radicais que matizam o presente pensamento europeu. Com uma intensidade que se emancipa dos percursos rotineiros do pensamento filosófico e político actual e que é vantajosamente acompanhada pelo rigor quase geométrico com que constrói as suas obras, Agamben repensa e questiona o tempo actual, a política contemporânea que "em todo o planeta desarticula e esvazia tradições e crença, ideologias e religiões, identidades e comunidades", rearticulando-a com a ontologia. «O Poder Soberano e a Vida Nua», ou a vida política qualificada e a vida natural, o homem como sujeito político ou como animal vivo, bíos e zoé (perfeitamente distintos para os Gregos), foram progressivamente entrando numa zona de indiferenciação na qual a vida nua se foi tornando súbdita do Poder Soberano e a política foi assumindo contornos de uma biopolítica. De Aristóteles a Auschwitz, do Habeas Corpus às Declarações de Direitos, esta obra procura decifrar os enigmas que o nosso século coloca à razão histórica, numa das mais inteligentes reflexões sobre o nosso tempo.
Título: O poder soberano e a vida nua: homo sacer
ISBN: 9789722322713
Idioma: Português (PT)
Encadernação: Brochura
Formato: 15,5 x 22,5
Páginas: 183
Ano copyright: 1995
Coleção: Pontos De Referencia - Vol. 17
Ano de edição: 1998
Edição: 1ª
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Giorgio Agamben nasceu em Roma em 1942. É um dos principais intelectuais de sua geração, autor de muitos livros e responsável pela edição italiana das obras de Walter Benjamin. Deu cursos em várias universidades europeias e norte-americanas, recusando-se a prosseguir lecionando na New York University em protesto à política de segurança dos Estados Unidos. Foi diretor de programa no Collège International de Philosophie de Paris. Mais recentemente ministrou aulas de Iconologia no Istituto Universitario di Architettura di Venezia (Iuav), afastando-se da carreira docente no final de 2009. Sua obra, influenciada por Michel Foucault e Hannah Arendt, centra-se nas relações entre filosofia, literatura, poesia e, fundamentalmente, política.