Le genie feminin 3: collete

Autor: Julia Kristeva
Editora: Gallimard

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Sinopse

A la décapante réflexion de Hannah Arendt et de Melanie Klein, Colette ajoute une autre expérience qui est aussi un visage du XXe siècle. Contre les frustrations de sa vie intime, contre les épreuves que lui imposent la réalité sociale et la guerre, l'écrivain célèbre le plaisir de vivre qui est, pour elle, et sans distinction, un plaisir des sens et du mot juste. Sueur solaire de l'hystérique freudienne, elle impose cependant une parole féminine désinhibée qui se plaît à formuler ses plaisirs sans pour autant en dénier les douleurs. Vagabonde ou entravée, libre, cruelle ou amoureuse, elle nous transmet, dans cet hymne à la jouissance, un " alphabet nouveau " qui écrit la chair du monde. Cet ouvrage fait suite, dans la même collection, à Le génie féminin tome 1 : Hannah Arendt (n° 432), tome 2 : Melanie Klein (n°433).

Dados

Título: Le Genie Feminin 3: Collete

ISBN: 9782070427406

Idioma: Francês

Encadernação: Brochura

Formato: 11 x 18

Páginas: 618

Ano copyright: 2002

Coleção: Folio Essais - Vol. 442

Ano de edição: 2004

Edição:

Participantes

Autor: Julia Kristeva

Autor

JULIA KRISTEVA

Julia Kristeva nasceu em Sliven, na Bulgária, em 1941. É semioticista, crítica literária e romancista. Mudou-se para Paris em 1965 para estudar na École Pratique des Hautes Études e, atualmente, é diretora do Departamento de Ciência dos Textos e Documentos na Universidade de Paris 7 (Jussieu), além de psicanalista atuante. Como linguista, é autora de textos fundamentais no campo da chamada “teoria do texto” que influenciaram as humanidades em todo o mundo e também tiveram um impacto significativo no moderno debate feminista, não obstante suas discordâncias com as ativistas, cujo primeiro desdobramento, em 1969, foi justamente Séméiôtiké: Recherches pour une sémanalyse, publicado no Brasil com o título Introdução à semanálise. No mesmo ano publicou Le Langage, cet inconnu, e em seguida sua tese Le Texte du roman. Por sua vasta obra, inovadora e eclética, mereceu o reconhecimento internacional, expresso, entre outros, pelo prêmio Holberg (2004) por “seus trabalhos inovadores consagrados às problemáticas que estão no cruzamento entre linguagem, cultura e literatura”.