Home › Livros › Humanidades › Crítica e Teoria Literária
Autor: Vários (ver informações no detalhe)
Editora: Itatiaia
PRODUTO DISPONÍVEL Previsão de postagem em até 4 dias úteis.
De: R$ 29,90
Por: R$ 26,61
em até 3x sem juros
Os Filhos da Candinha nos transporta para a vibrante cidade de São Paulo, durante o período de transformação e modernização do país. Ao longo da narrativa, somos apresentados a uma série de personagens cativantes, cada um com suas próprias lutas, sonhos e dramas pessoais. O autor mergulha nas nuances da condição humana, explorando as diversas camadas sociais da cidade e as complexidades das relações familiares. Mário de Andrade utiliza sua escrita única para nos transportar para o coração da cidade e nos fazer sentir as emoções e os desafios enfrentados pelos personagens. É uma verdadeira obra de arte literária, uma radiografia social que nos convida a refletir sobre questões de identidade, injustiça e preconceito.
Título: Os Filhos De Candinha
ISBN: 9786554700368
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 15,1 x 23 x 1
Páginas: 112
Ano copyright: 2024
Coleção:
Ano de edição: 2024
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Mário de Andrade nasceu em São Paulo no ano de 1893. Intelectual de uma riqueza impressionante, foi poeta, contista, romancista, musicólogo, cronista, esteta, epistológrafo, crítico de artes, de literatura, além de folclorista; tendo exercido enorme influência nas gerações que lhe sucederam. Em 1917, publicou seu primeiro livro, sob o pseudônimo de Mário Sobral, intitulado Há uma gota de sangue em cada poema, uma espécie de ensaio para 1922, quando participaria da Semana de Arte Moderna de São Paulo, movimento que mexeria com as bases da arte brasileira. No entanto, foram as inovações formais de outra obra poética sua, Pauliceia desvairada, publicada justamente em 1922, que o consolidaram como um dos maiores poetas da literatura brasileira. O célebre “Prefácio interessantíssimo”, texto de abertura da obra, tornou-se emblemático do movimento modernista no Brasil, podendo ser lido também como uma espécie de manifesto da poesia andradiana. A estreia de Mário como romancista se dá com Amar, verbo intransitivo (1927), livro bem-recebido pelos escritores modernistas, mas criticado pela intelectualidade tradicional, que estranha a temática ousada e censura certo desrespeito às regras gramaticais. Nesse texto, já se antecipa o experimentalismo de linguagem radicalizado em Macunaíma, o herói sem nenhum caráter, de 1928, verdadeiro marco do modernismo brasileiro e uma das narrativas mais singulares de nossa literatura. Nesta obra, Mário de Andrade potencializa o uso literário da linguagem oral e popular e mistura folclore, lendas, mitos e manifestações religiosas de vários recantos do Brasil, como se fizessem parte de uma unidade nacional. Morreu em 1945, aos 52 anos, deixando um vazio nas Letras e mais de vinte livros publicados.