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Autor: Charles Baudelaire | John Ruskin
Editora: Sulina
LIVRO INDISPONÍVEL
R$ 30,00
em até 3x sem juros
O trabalho de Daniela Kern, ao nos dar acesso aos textos de Baudelaire e Ruskin, é uma importante contribuição aos estudos de História da Arte e da Cultura ocidental no século XIX, século que constitui e aprofunda as bases da cultura do século XX, os tempos modernos.Ao traduzir e comentar dois dos mais significativos autores de crítica de arte do período, temos pela primeira vez em língua portuguesa uma coletânea de extratos dos textos dos autores sobre pintura de paisagem e sobre a nova paisagem urbana em formação na Paris e na Londres do século XIX. O livro Paisagem Moderna: Baudelaire e Ruskin reúne textos sobre pintura de paisagem e paisagem urbana de dois dos maiores críticos de arte do século XIX, John Ruskin (1819-1900) e Charles Baudelaire (1821-1867), perfeitos contemporâneos. Ainda que nunca tenham mencionado um ao outro em seus escritos, há vários pontos que os unem: a admiração por grandes coloristas (Turner no caso de Ruskin e Delacroix no de Baudelaire), o fato de conceituarem o sublime, a preocupação com o avanço da indústria, o posicionamento crítico com relação à fotografia e o temor diante da destruição do patrimônio arquitetônico medieval levada a cabo pela “haussmanização” das cidades europeias. Os textos que compõem Paisagem Moderna: Baudelaire e Ruskin possibilitam, em suma, uma visão privilegiada das principais análises dos dois grandes críticos acerca daquele que ambos consideravam o gênero artístico mais radicalmente moderno: a paisagem.
Título: Paisagem Moderna
ISBN: 9788520505656
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21
Páginas: 248
Ano copyright: 2010
Coleção:
Ano de edição: 2010
Edição: 1ª
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Charles-Pierre Baudelaire (1821-1867) foi poeta e teórico da arte francesa, sendo considerado um dos pais da tradição moderna de poesia. Rebelde durante toda a sua vida, chegou a ser expulso do colégio na infância e enviado pelo padrasto à Índia em 1840. Nunca chegou ao continente asiático; retornou a Paris assim que possível. Depois de herdar a fortuna do pai, entregou-se a uma vida boêmia, o que fez com que sua mãe lhe retirasse o controle da herança. Uma acusação de ultraje à moral pública fez com que sua obra As flores do mal fosse recolhida e o autor e a editora fossem multados. Morreu de sífilis em 1867 sem nunca conhecer a fama em virtude da genialidade de seus poemas.