O ateneu

Autor: Raul Pompeia
Editora: A+m

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Sinopse

A Editora Landmark, através de seu selo A+M, lança O ATENEU, uma das obras-primas de um dos maiores escritores brasileiros do realismo/ naturalismo, Raul Pompeia, em uma edição capa dura, com texto integral e prática para o estudo e as horas de lazer.O ATENEU, escrito por Raul Pompeia, é uma das obras-primas da literatura brasileira que nos transporta para o universo de Sérgio, um jovem estudante que é enviado por seus pais para estudar em um prestigioso colégio interno chamado Ateneu. O livro retrata de forma intensa e vívida a vida dos internos, seus medos, anseios e as dinâmicas sociais complexas que surgem nesse ambiente opressivo.Sob a narrativa em primeira pessoa, Sérgio nos apresenta a hierarquia rígida do colégio, liderada pelo diretor Aristarco, um homem autoritário e implacável. Enquanto se adapta à vida no internato, Sérgio enfrenta desafios como a adaptação às regras, a convivência com colegas de personalidades distintas e as dificuldades acadêmicas. No entanto, a atmosfera sufocante do Ateneu e as relações de poder que permeiam o colégio acabam moldando a personalidade de Sérgio, levando-o a confrontar suas próprias angústias e a questionar o modelo de ensino tradicional.O ATENEU é uma obra carregada de simbolismos e críticas sociais, retratando de maneira magistral as tensões e os conflitos existentes na sociedade brasileira do final do século XIX. Através da perspectiva do protagonista, Raul Pompeia nos apresenta uma análise profunda da alma humana e das relações de poder que marcam o ambiente escolar.

Dados

Título: O Ateneu

ISBN: 9788580700725

Idioma: Português

Encadernação: Capa dura

Formato: 12,5 x 17,5 x 1,9

Páginas: 312

Ano copyright: 2023

Ano de edição: 2023

Edição:

Participantes

Autor: Raul Pompeia

Autor

RAUL POMPEIA

Raul Pompeia (1863-1895) publicou seu primeiro romance aos 17 anos e consagrou-se definitivamente como escritor com O Ateneu (1888). Colaborou como jornalista na imprensa de São Paulo e do Rio de Janeiro e lutou pelas causas abolicionista e republicana. Seu inflamado discurso no enterro de Floriano Peixoto acarretou sua exoneração da Biblioteca Nacional e uma depressão, que levou-o ao suicídio no Natal de 1895.