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Autor: Eça de Queiros
Editora: Ateliê Editorial
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Escrito na fase final da vida de seu autor, A Cidade e as Serras é uma alegoria irônica e muito atual sobre o culto do progresso e das novidades da ciência e da tecnologia. Nesta pequena obra-prima, que constitui um dos momentos mais altos do humor queirosiano, encontram-se sintetizadas, de modo feliz, as virtudes técnicas e temáticas que fazem de Eça um dos escritores mais representativos do século XIX. O texto do presente volume resulta de apurado cotejo com as mais autorizadas edições portuguesas, sobretudo a de Helena Cidade Moura, que partiu dos manuscritos do autor para estabelecer as partes que ele não pôde revisar. Outro diferencial deste volume é a apresentação crítica de Paulo Franchetti – Professor Titular no Departamento de Teoria Literária da Unicamp – que, além de apresentar a história da produção e da recepção da obra, procede a uma análise inovadora e aprofundada do texto do romance.
Título: A Cidade E As Serras
ISBN: 9788574803807
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 12 x 18
Páginas: 336
Ano copyright:
Coleção: Classicos Atelie
Ano de edição: 2008
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
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Selo:
Código:
Eça de Queiroz nasceu em 25 de novembro de 1845 em Póvoa de Varzim, Portugal. Formado pela Universidade de Coimbra em 1866, dois anos depois se estabeleceu como advogado em Lisboa. Em 1869, em companhia do conde de Resende, vai para a Palestina e depois para o Egito, a fim de fazer a reportagem da inauguração do Canal de Suez. Dessa viagem surge a inspiração para A Relíquia e O Egito. Em 1870, é aprovado em concurso para a carreira diplomática e em 1872 é nomeado cônsul em Havana, Cuba. Em 1884, é transferido para a Inglaterra e em 1888 vai servir em Paris, onde morre em 16 de agosto de 1900. Eça foi o único romancista português do século XIX a conquistar fama internacional, no nível dos grandes escritores realistas como Flaubert e Zola. Sua herança como escritor é enorme, e sua obra é definitivamente brilhante. Picaresco, irônico, criticava com sarcasmo e elegância (característica primeira dos seus escritos) o provincianismo de uma pequena burguesia atormentada por preconceitos e hipocrisias. Escreveu uma vasta obra, onde se destacam clássicos como O crime do Padre Amaro, O Primo Basílio, Os Maias, A ilustre casa de Ramires, A cidade e as serras, Alves & Cia, O mandarim, A relíquia.