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Autor: Lluisa Cunille
Editora: Cobogó
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Um empresário e uma intérprete conversam em um hotel em Kinshasa, na República Democrática do Congo, enquanto aguardam alguém para uma reunião. Ambos são europeus que escolheram viver na África. Quem chega para encontra-los é um senhor africano, pobre e sem perspectivas, que tenta convencer o empresário a levar consigo seu filho e dar a ele a possibilidade de um destino diferente. Après moi, le déluge (Depois de mim, o dilúvio), texto da premiada autora Lluïsa Cunillé, traduzido para o português por Marcio Meirelles, não apenas expõe faces cruéis da África — retratos da violência, da pobreza, da selva e de crianças-soldados —, como revela aspectos da decadência europeia e de sua indiferença frente ao continente africano.
Título: Apres moi, le deluge (depois de mim, o diluvio)
ISBN: 9788560965878
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 13 x 19 x 0,7
Páginas: 104
Ano copyright: 2015
Coleção: Dramarturgia Espanhola
Ano de edição: 2015
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
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Áudio Original:
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Marcio Meirelles (Salvador, Brasil, 1954) é encenador, dramaturgo, cenógrafo e figurinista. Foi fundador do grupo Avelãz y Avestruz (l976-89), do Bando de Teatro Olodum (1990), e criador/diretor do espaço cultural A Fábrica (1982). Atuou em várias funções na TV Educativa da Bahia e foi diretor do Teatro Castro Alves (1987-91). Em 1994, coordenou o projeto de revitalização do Teatro Vila Velha e foi seu diretor artístico até 2006. De 2007 a 2010 foi Secretário de Cultura do Estado da Bahia. Criou, em 2013, a Universidade LIVRE de Teatro Vila Velha. Como dramaturgo, já dirigiu espetáculos na Inglaterra, Portugal e Cabo Verde. Entre alguns de seus trabalhos estão os espetáculos Trilogia do Pelô (1991-94), adaptada para cinema e televisão com o título de uma das peças, Ó paí, ó!; Cabaré da Rrrrraça (1997); Candaces – a reconstrução do Fogo (2003), por cuja direção foi indicado para o Prêmio Shell; e Bença (2010). Foi condecorado como Cavaleiro da Ordem do Mérito da Bahia, em 1990, e homenageado pelo Troféu Copene de Teatro pelo conjunto de seu trabalho, em 1999.