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Autor: Marques de Sade
Editora: Hedra
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O corno de si próprio e outros contos reúne dez histórias que tratam, de forma mordaz e cômica, dos desvios do comportamento sexual de indivíduos que publicamente professam uma moralidade rígida e recatada. Dentre os grupos mais atingidos pela sátira do Marquês encontram-se a nobreza e o clero, sempre presentes para encarnar as mais escabrosas preferências sexuais. A tônica das histórias é a engenhosidade das personagens, capazes das mais complicadas artimanhas para satisfazer sua luxúria. Assim, a galeria de tipos e situações cômicas inclui a mulher que tem dois amantes e complica-se com os horários, o marido que encontra a própria esposa numa aventura supostamente extraconjugal, a esposa super-recatada que mantém uma vida devassa e secreta ou a esposa que pune os hábitos bestiais do marido submetendo-o ao mesmo tratamento. Em todos os contos o autor ressalta a hipocrisia moral daqueles agentes sociais que são os mais tresloucados tarados sob uma aparência de decência e rigidez moral.
Título: O Corno De Si Proprio E Outros Contos
ISBN: 9788577151400
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 11 x 17,5
Páginas: 112
Ano copyright:
Coleção: Serie Erotica
Ano de edição: 2009
Edição: 1ª
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Idioma:
Legenda:
País de produção:
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Donatien Alphonse François de Sade (1740–1814) passou à história como o Marquês de Sade. Aristocrata francês, esteve grande parte de sua vida encarcerado na Bastilha por causa de seus textos libertinos. De obras como Justine, A filosofia na alcova e 120 dias de Sodoma, criou-se a imagem de perversão sexual do marquês, que emprestou seu nome ao termo médico sadismo (a busca do prazer sexual por meio da submissão, da humilhação e do sofrimento do parceiro). Entretanto Sade foi muito mais do que um escritor sádico. Filósofo de ideias originais, seu pensamento libertino desafiava as concepções religiosas e racionalistas da França pré-republicana, o que o fez ser perseguido tanto pelos apoiadores do Antigo Regime quanto pelos revolucionários. Ateísta, anticlerical e avesso à moral consagrada, foi um livre-pensador e deixou um legado de obras não apenas eróticas, mas libertadoras.