50 crônicas escolhidas

Autor: Rubem Braga
Editora: Global

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Sinopse

A seleção que compõe este 50 crônicas escolhidas proporciona aos leitores um voo privilegiado sobre um universo de textos de nosso cronista maior, sendo possível fruir de seu modo penetrante de avistar o mundo à sua volta. As amizades, as descobertas e desilusões do amor, os encantos do mundo natural, os atropelos da vida urbana são alguns dos temas tocados pelas crônicas de Rubem aqui reunidas, todas repletas de uma insuperável vitalidade, de um raro poder para cativar e até enternecer leitores de várias gerações. Um cheiro que remete à infância, uma conversa com amigos na praia, uma tarde de domingo com a pessoa amada, o canto de um canário, tudo foi matéria para Rubem Braga arrematar crônicas inebriantes, nublando as fronteiras entre a arte de contar histórias e a de criá-las. As crônicas estão distribuídas no livro em ordem cronológica de publicação, conforme explica no texto de prefácio Gustavo Tuna , responsável pela seleção: “O propósito foi o de proporcionar aos leitores o exercício de caminhar pelas crônicas de Rubem Braga acompanhando a experiência do próprio autor, que, em seu ofício diário, transitou, observou e narrou de maneira superior os subúrbios da alma humana.”

Dados

Título: 50 Crônicas Escolhidas

ISBN: 9786556121406

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 23 x 1

Páginas: 128

Ano copyright: 2021

Coleção: Rubem Braga

Ano de edição: 2021

Edição: 1ª

Participantes

Autor: Rubem Braga

Organizador: Gustavo Henrique Tuna

Autor

RUBEM BRAGA

Rubem Braga nasceu em Cachoeiro do Itapemirim, ES, em 1913. Ainda estudante, iniciou-se no jornalismo fazendo uma crônica diária no jornal Diário da Tarde. Como repórter, trabalhou na cobertura da Revolução Constitucionalista de 1932 para os Diários Associados. Mesmo depois de formado em Direito, continuou com o jornalismo, escrevendo crônicas para O Jornal. Mudou-se para Recife, PE, e passou a escrever para o Diário de Pernambuco. Fundou, no Rio, o jornal Folha do Povo, tomando partido da ANL (Aliança Nacional Libertadora). Em 1936, lançou seu primeiro livro de crônicas, O Conde e o Passarinho. Em 1938, fundou, junto com Samuel Wainer e Azevedo Amaral, a revista Diretrizes. Foi correspondente de guerra na Europa durante a Segunda Guerra Mundial pelo Diário Carioca, tendo tomado parte da campanha da FEB (Força Expedicionária Brasileira) na Itália, em 1945. No período de 1961 a 1963, foi embaixador do Brasil no Marrocos. Em 1960, publicou Ai de Ti Copacabana, seguindo-se A Traição das Elegantes (1967), Recado de Primavera (1984) e As Boas Coisas da Vida (1988), entre outros livros. Escreveu crônicas para os jornais Folha da Tarde, Folha da Manhã e Folha de São Paulo entre 1946 e 1961, e colaborou, nos anos 1980, com o caderno cultural Folhetim, da Folha de São Paulo. Morreu no Rio de Janeiro, em 1990, deixando mais de 15 mil crônicas escritas em mais de 62 anos de jornalismo. Suas crônicas estão publicadas em diversos livros de coletâneas, entre eles, Crônicas do Espírito Santo, Coisas Simples do Cotidiano, Crônicas da Guerra na Itália e O Lavrador de Ipanema: Crônicas de Amor à Natureza.