CARLA PRINCIPESSA DI CAPRI
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OBJETO
DE DESEJO
Há exatamente um ano, morria a famosa modelo das décadas de 1980 e 1990 Carla Souza Lima, preferida de ícones como George Henri e Gregório Faganello. Desfilou para estilistas como Givenchy, Yves Saint Laurent e Nina Ricci e, já no final da vida, tornou-se artista plástica. Durante 10 anos, ela e Leonardo Gadelha, passavam dois meses em Capri – sempre em maio e setembro. Uma ilha romântica, acolhedora, vibrante, cosmopolita, cheia de histórias e, principalmente, “solari”, termo em moda na Itália, que significa luminosa, serena, alegre. Assim também era Carla, na definição de Leonardo.
Com depoimentos de amigas, como as ex-modelos, Silvia Pfeifer e Jane Bezerra, o livro cita versos de “Eu sei que vou te amar”, de Tom e Vinicius, e faz uma verdadeira viagem pela ilha de Capri, conhecida no mundo inteiro pela Gruta Azul, os “faraglioni”, a “piazetta” e pelos “vips” que a frequentam em todos os verões. Para se ter uma ideia, o lugar só é três vezes maior do que o Central Park e apenas cinco vezes maior do que a Lagoa Rodrigo de Freitas.
Quem sai de Roma, de carro, são duas horas e meia, direto até o Porto de Napoli, Beverello, da onde saem barcas, de meia e meia hora. Já o trem, “Frecciarossa”, parte da estação Termini até a estação de Napoli em uma hora e 15 minutos. E da estação ao porto, mais 15 minutos de táxi.
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