CONSTELAÇOES: CRITICA E VERDADE EM BENJAMIN E ADORNO
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OBJETO
DE DESEJO
"Separar o verdadeiro do falso não é o ponto de partida para o método materialista, mas o seu objetivo. Isso quer dizer (...) que ele parte do objeto permeado pelo erro, pela doxa. (...) As fontes jorram a bel-prazer e onde elas se unempara formar a corrente da tradição abrem-se escarpas marcadas, entre as quais ela escorre a perder de vista. O materialismo histórico não se perde na contemplação desse espetáculo. Não busca a imagem das nuvens nessa corrente.
Mas muito menos aparta-se dela para ir beber 'na fonte', para ir em busca da 'própria coisa' por detrás dos homens. A quem pertencem os moinhos que essa corrente faz girar? Quem se aproveita de seu declive? Quem a represou? - estas são as perguntas do materialismo histórico, que altera a imagem da paisagem, nomeando pelo seu
nome as forças que nela operam. (Walter Benjamin, "fragmento sobre Baudelaire", 1938)
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