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OBJETO
DE DESEJO
Libertar as imagens e vertê-las em invenção num reafirmar cônscio de que o tempo é sempre tempo e o espaço é o lugar real consectário têm sido a trajetória do fazer metafísico de Fani Bracher, que empresta da terra, senhora dos silêncios, seu vasto manto iconográfico maculado, no passado, pelo sangue da liberdade ou a quietude do deserto dos olvidados de si próprio e dos outros, sob as formas, que de tantas são poucas para a representação. O pintor é o que o rodeia; vida e universo. Nele não há como excluir-se o poeta pois a representação na pintura corresponde ao pensamento poético. Redimir o tempo é encontrar a metáfora. Semear metáforas que rejubilam o tempo num corpo poético revitalizado é a dialética do fazer indene de Fani Bracher que em verificação muriliana encontra poesia no infinitamente pequeno, sobejando ao futuro a missão da concretude do infinitamente grande.
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