HISTÓRIAS DA PIDE - QUANDO ERA A DGS DE CAETANO...2
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Depois do primeiro volume dedicado ao tempo de Salazar (já na 3.ª edição): um livro sobre como a DGS de Marcello Caetano em nada diminuiu a violência e a atuação da PIDE.
A «evolução na continuidade» prometida em 1968 por Marcello Caetano nada alterou na temida e odiada polícia política do Estado Novo. Apenas mudou o nome: a salazarista PIDE passou a chamar-se Direção-Geral de Segurança (DGS).
A «primavera marcelista», que desabrochara com o fim da deportação de Mário Soares em São Tomé, começou a murchar 18 meses depois, quando o socialista foi compelido ao exílio em Paris.
Outra vítima foi o militante clandestino do PCP Daniel Cabrita, fundador e primeiro líder da Intersindical (atual CGTP), torturado, julgado e condenado, cuja mulher se suicidou quando ele estava preso na cadeia de Peniche.
À atenção e vigilância da PIDE/DGS continuava a não escapar ninguém: nem os sucessivos patriarcas de Lisboa, nem os sete oficiais que viriam a fazer parte da Junta de Salvação Nacional do 25 de Abril de 1974.
A violência da DGS atingiu o paroxismo nas colónias, testemunhada pela Cruz Vermelha Internacional: nas vésperas da revolução, em Moçambique, continuava a torturar, em massa e até à morte.
Estas são algumas das Histórias da PIDE que o jornalista José Pedro Castanheira investigou para o semanário Expresso, e que ocorreram durante a governação de Marcello Caetano. O primeiro volume incidiu sobre a época em que Salazar governava.
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