IGEN: POR QUE AS CRIANÇAS SUPERCONECTADAS DE...ADULTA
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OBJETO
DE DESEJO
Os jovens que iniciaram a vida com smartphones na mão já possuem características comportamentos e realidades para ganharem sua própria geração. São os IGen, termo cunhado pela Psicóloga e pesquisadora Jean M. Twenge.
Os IGen, que são a geração pós Millennial (também chamada de Geração Y), já são bem diferentes de seus antecessores. Uma diferença importante é citada por Luiz Felipe Pondé em seu prefácio: “Esse jovem possui pouco ou nenhum interesse por conteúdos que não tenham efeitos práticos para ganhar dinheiro.”.
A autora, que se dedica à pesquisa das Gerações, faz uma análise rica e detalhada dos jovens superconectados. O estudo mostra que eles entre tantas particularidades são a geração mais segura (por opção) já que começam suas relações afetivas bem mais tarde e são pouco dados a experiências com álcool e drogas. Em contrapartida são menos felizes e mostram mais cedo problemas de ansiedade. São adolescentes e jovens adultos que não admiram ou aproveitam os dias de sol para bater perna com os amigos, ir à praia ou fazer uma trilha. Provavelmente iremos encontrá-los deitados no sofá ou em suas camas assistindo vídeos de gatinhos, enquanto conversam via mensagens com amigos ou postam uma selfie.
O livro, baseado na extensa pesquisa com 11 milhões de adolescentes norte-americanos, é um ótimo convite para entender essa nova geração e pensar o que virá depois? Qual será o legado do iGen?
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