INTENÇOES ESPACIAIS: A PLASTICA...(1900-2000)
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OBJETO
DE DESEJO
O presente trabalho de Stéphane Huchet se voltou para a análise das estratégias plásticas criadas pela arte do século XX, principalmente para endereçá-la à arquitetura, a partir de uma série ampla e ambiciosa de questionamentos. Sua plataforma histórica e crítica é constituída de referências artísticas diversificadas e propõe relações pioneiras como, por exemplo, entre as geometrias singulares de Hélio Oiticica e Robert Morris, a domus de Joseph Beuys e Cildo Meireles, a célula vivencial de Lygia Pape e a estrada sem fim de Carl André, etc.
Em Intenções espaciais: a plástica exponencial da arte (1900-2000) está presente uma rica constelação de obras e núcleos teóricos, onde foi problematizado as condições críticas para pensar o que um filósofo chamou de “climática do espaço”. Para mapear a plástica exponencial da arte – isto é, sua aproximação decisiva do núcleo da arquitetura como disciplina responsável da criação do espaço de vida – foi necessário escutar e olhar para alguns pioneiros do século XIX, alguns neoplasticistas e construtivistas, as dinâmicas mural e planar da arquitetura e da pintura, as geometrias da experiência sensível no neoconcretismo e no minimalismo etc.
Como sentido central do trabalho, enfim, destacamos a representação de um apelo implícito em favor da necessidade da rememoração ou simplesmente do conhecimento da intensa cultura artística do século passado, inquieta perante a responsabilidade de pensar e projetar espaços qualificados e qualificantes.
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