NA PRESENÇA DA FLORESTA: MATA ATLANTICA E...COLONIAL
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OBJETO
DE DESEJO
A Mata Atlântica sempre par¬ticipou ativamente dos destinos do que viria a ser o nosso país. Já no seu “ba¬tismo” pôs-se a trabalhar. Ancorado em Porto Seguro, Pedro Álvares Cabral mandou cortar madeira e falquejar cruz para rezar mis¬sa em terras continentais. Batizou-se a terra com sangue de árvore, dando-lhe o nome de Vera Cruz. Por este ficou co¬nhecido por algum tempo o novo terri¬tório, até que certos desenvolvimentos econômicos sugerissem um outro, mais conveniente. Foi em 1503 que a terra foi chamada, pela primeira vez, de Bra¬zil, devido à importância do comércio de pau-brasil (Caesalpinia echinata).
Desde o começo, a “História” foi construída no seio da biosfera, como interação entre os humanos e os outros animais, as plantas, os microorganismos, os ecossistemas. É exatamente o papel histórico desse outro conjunto de seres que este livro quis explorar. O seu ar¬gumento básico é que, ao conferirmos à ecologia da Mata Atlântica o status de pleno agente histórico – e não de mero palco ou cenário –, o nosso entendimen¬to acerca da formação socioeconômica e política do Brasil colonial ganha mais densidade histórica.
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