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OBJETO
DE DESEJO
O mistério maravilhoso da música sempre fascinou Don Campbell. Relatos de pessoas que se mantiveram vivas durante acidentes por estarem com o rádio ligado, e se recuperaram mais rapidamente de cirurgias por causa do hábito de ouvir música exerciam sobre ele extrema curiosidade. Ao descobrir que tinha um coágulo no cérebro, Campbell resolveu empreender uma jornada de autocura com Mozart. A experiência bem-sucedida deu origem a O efeito Mozart, obra que reúne evidências da eficácia da música clássica do genial Amadeus no tratamento auxiliar de doenças como câncer, diabetes, síndromes, depressão, doenças cardíacas, derrame e muitas outras. "Qualquer que seja a nossa reação, a música produz efeitos mentais e físicos" – garante o autor.
Depois de debelar o coágulo, ele aprofundou suas pesquisas e constatou que a musicoterapia é um campo de estudos milenar. O especialista Alfred Tomatis, cujo trabalho é demonstrado por Campbell, realizou uma série de experimentos com o ouvido humano e sua integração com o sistema nervoso central. "Os sons são muito mais atuantes na vida das pessoas do que elas imaginam", diz Tomatis, criador de um centro que consegue resultados surpreendentes em casos de autismo e demais distúrbios neurológicos.
Além de estimular o aprendizado e a integração social, a música desacelera e equaliza as ondas cerebrais, reduz a tensão e melhora o movimento e a coordenação do corpo, ativa os níveis de endorfina e regula os hormônios relacionados com o estresse e a função imunológica. O efeito Mozart explica de que forma o corpo recebe as emissões sonoras, o papel do ouvido e da voz no metabolismo humano, ensina a proteger-se de ruídos excessivos, traz exercícios práticos e reproduz depoimentos de pacientes que tiveram a cura acelerada ao adotar a música como auxiliar nos tratamentos convencionais.
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