O HOMEM E SUA HORA E OUTROS POEMAS
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OBJETO
DE DESEJO
Antes de sua prematura e trágica morte, o piauiense Mário Faustino (1930-62) acompanhou e assimilou os movimentos de renovação poética da década de 1950 — o concretismo inclusive —, escrevendo, em curtíssimo período, poemas que denominou de experimentais, e que foram publicados nos jornais da época, principalmente no Jornal do Brasil.
De suas diversas influências, Faustino escolheu uma frase de Ezra Pound como lema de sua prática literária: “Repetir para aprender, criar para inovar”. Para cumprir esse programa, utilizou procedimentos criativos típicos de outras artes — como a colagem cubista, tomada das artes plásticas, e a montagem, emprestada do cinema do diretor russo Sergei Eisenstein —, que lhe conferem lugar talvez único na poesia brasileira do século XX.
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