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Este Os Antigos Parapeitos inclui três livros independentes: Canto das Cidades, O Pobre Peregrino e Volta a Ítaca.
Canto das Cidades fala de cidades italianas: Veneza, onde morei por algum tempo, Roma, Florença e Assis. O livro é ilustrado por desenhos do autor.
O Pobre Peregrino são poemas de uma peregrinação de um grupo de professores e alunos, aprendendo e ensinando elas ruas, praças, prédios, de vários cantos da Europa. Invenção ou verdade? A Europa dos antigos parapeitos de que falava Rimbaud; Europa do mito da princesa que colhia flores ao ser raptada por um touro, que era o próprio Zeus e a levou para o mar, criando o continente. Xilogravuras de Canterbury Tales, de Geoffrey Chaucer, edição de 1492.
Volta a Ítaca tem poemas que falam da velha Grécia, de Nova Iorque, onde o autor morou e estudou por muitos anos, e do seu Brasil. Gravuras da pintora grega Artemis Alcalay, feitas a quatro mãos com os poemas.
Poemas de ver e viver, encontro e deslumbramento, passado e presente, testemunho e invenção, vida e peregrinação.
Cidades, países, caminhos, horizontes, obras de arte, poemas (como os de Homero ou os Contos de Canterbury de Chaucer), são usados pelo poeta como referência para falar, de forma discreta e sutil, de vivências, esperanças, amores, peregrinações e exílios, povos e culturas, surpresas, alegrias, assombros, sombras e luzes. Misturados nos poemas a diversas realidades, a passados e presentes, eles permitem uma breve reflexão enternecida sobre a vida, a morte e o mundo que vivemos. Poesia influenciada por poetas com quem conviveu, brasileiros e americanos.
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