PSICOATIVOS INVISÍVEIS: UMA VIAGEM...CONSCIÊNCIA
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OBJETO
DE DESEJO
Estamos “sentados em cima” de centenas de plantas, fungos e animais com potenciais psicoativos nos nossos biomas, oriundos dos conhecimentos dos povos originários, sem enxergá-los.
Eles estão invisíveis! A proposta desse livro é tornar uma pequena parte dos psicoativos brasileiros visíveis para o grande público.
Enquanto isso, “xamãs urbanos” se apropriam dos papéis e conhecimentos daqueles povos e pesquisadores brasileiros dedicam estudos a plantas exóticas ao Brasil, porque são penalizados por estudarem aquelas oriundas dos conhecimentos tradicionais.
Enquanto isso, o governo investe em commodities, deixando para trás todo o potencial que cada bioma brasileiro nos oferece. Pantanal queima e suas plantas ficarão invisíveis para sempre.
Urge assegurar aos povos tradicionais brasileiros seus territórios, garantindo a manutenção da dinâmica e aquisição dos seus saberes em relação a estes elementos da natureza. Só assim, quiçá um dia, poderão tornar-se visíveis para sempre!
“Psicoativos invisíveis é um livro precioso. Ao promover a confluência muito bem embasada da ciência universitária com as ciências afro-indígenas, Eliana Rodrigues alcança uma transversalidade fértil, capaz de estabelecer diálogos profundos entre biologia, medicina e diversos saberes ameríndios, quilombolas e ribeirinhos. Corajosa e ampla, a obra ultrapassa os limites técnicos da etnobotânica para se posicionar solidamente no campo da disputa intelectual e política por saúde popular e expansão de consciência. Um grande acontecimento neste Brasil de 2025, ainda obscurecido e colonizado por concepções estreitas e venais das terapêuticas da mente.”
— Sidarta Ribeiro, neurocientista e pesquisados de psicodélicos autor de As flores do bem: psicodélicos, cura e sociedade.
“Este livro é, ao mesmo tempo, um relato do trabalho de campo de uma das maiores especialistas brasileiras entre indígenas do Cerrado, ribeirinhos amazônicos e quilombolas do Pantanal. Eliana Rodrigues viveu com os curadores e fez uma das maiores listagens de plantas, dentre as quais, destacou as psicoativas. Ela discute as diferenças entre medicina tradicional e medicina popular, entre psicoativos e psicotrópicos, alerta para o risco do sequestro dos símbolos e significados originais pela marquetização, mostra como o potencial fitoterápico ainda é imenso, pois das 305 etnias brasileiras, apenas 26 foram investigadas, em sua maioria não por brasileiros.”
— Henrique Carneiro, professor de história da USP e autor do livro Drogas: a história do proibicionismo
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