QUATRO CINCO UM (451) #102
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OBJETO
DE DESEJO
A Quatro Cinco Um de fevereiro traz na capa o especial "Histórias que dão samba", com textos sobre o Carnaval. Marcelo Moutinho escreve sobre o caso de amor não correspondido entre os enredos e a literatura; Thaís Regina passeia pelos trilhos que testemunharam a ascensão do samba no Rio de Janeiro; Vinícius Natal rememora os dez anos de Pra tudo começar na quinta-feira, de Luiz Antonio Simas e Fábio Fabato; e Rachel Valença faz um perfil do compositor e escritor Nei Lopes. Arte da capa: Daniel Kondo.
A edição traz também textos sobre Foucault e a crítica como recusa ao poder, por Bernardo Carvalho; o recém-descoberto primeiro romance de Virginia Woolf, por Ana Carolina Mesquita; a obra que rendeu o prêmio Goncourt — e um processo — ao franco-argelino Kamel Daoud, por Élvio Cotrim; a expedição gastronômica de Bel Coelho pelo Pará, por Flávia Couto; e a literatura, o cinema e a música na pintura de David Hockney, por Matheus Lopes Quirino.
A literatura é destacada em uma série de resenhas: Raízes loiras, de Bernardine Evaristo, por Elena Brugioni; a estreia na ficção para adultos do escritor indígena Daniel Munduruku, por Carlos Messias; Kokoro, a obra-prima do escritor japonês Natsume Soseki, por Thais Lancman; as memórias sexuais de Edmund White, morto em 2025, por Luciano Brito; o infantojuvenil em que robôs meio toscos (e engraçados) descobrem uma realidade pós-apocalíptica, por Veronica Stigger; além de uma entrevista com Maria Brant, por Iara Biderman.
Na não ficção, a edição traz textos sobre A loteria do nascimento, de Michael França e Fillipi Nascimento, por Anna Carolina Venturini; a luta de Erika Hilton e do pastor Henrique Vieira pelos direitos da maioria, por Paolo Demuru; e as raízes da atual onda antidemocrática, segundo o historiador canadense Quinn Slobodian, por Lucas Petroni.
+ resenhas: os poemas de Alberto Martins, inspirados no triângulo poético-amoroso entre Marina Tsvetáieva, Boris Pasternak e Rainer Maria Rilke, por Irineu Franco Perpetuo; o romance de Dani Langer sobre a dor da perda, por Nanni Rios; a primeira coletânea nacional de poemas não religiosos de que se tem notícia, por Leandro Aguiar; e o premiado e corajoso livro de Francisco Mota Saraiva, por Luiz Mauricio Azevedo.
Colunas: Paulo Roberto Pires escreve sobre o debate público frouxo, em que "ninguém segura a mão de ninguém"; Juliana Borges reflete sobre a literatura que resiste ao colapso global; Ondjaki relembra as histórias angolanas que circulam na memória coletiva; e Renato Parada fotografa a jornalista e escritora Silvana Tavano, vencedora do prêmio Oceanos de 2025.
A edição de fevereiro destaca 18 livros e traz um listão com 103 lançamentos em 22 áreas.
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