RETÁBULOS, PREDELA: CONTOS
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RETÁBULOS, PREDELA fecha a brilhante trilogia de contos de JOÃO CÂMARA iniciada em 2022 com “Lidando com o passado e outros lugares”, e que dois anos mais tarde nos trouxe “A caminho de Querétaro”. Nestes livros que a Topbooks teve orgulho de editar – ilustrados por imagens digitais criadas em computador pelo próprio contista – o paraibano radicado em Olinda (PE) se revelou tão bom ficcionista quanto vem se mostrando excelente artista plástico, consagrado no Brasil e no exterior desde a década de 1960.
Segundo o poeta, dramaturgo e crítico de arte Weydson Barros Leal, nessa terceira coletânea Câmara “reafirma sua posição como um dos mais criativos e inovadores escritores brasileiros na arte da narrativa curta. Sua verve incomum no uso da palavra, com uma escrita larga em temas e enredos, se ergue em construções assentadas sobre a erudição e a invenção, entre a sensibilidade e um fino senso de humor. Este livro, belamente ilustrado pelo autor, é um desafio ao leitor que busque algo além do que poderíamos chamar de reencontro com o novo”.
Para José Nêumanne Pinto, poeta, escritor e jornalista, “João Câmara é um dos maiores contistas em língua portuguesa dos últimos 30 anos, no mínimo. Com experiência de vida e cultura notáveis, como as de Jorge Luis Borges, Wilson Martins, Otto Maria Carpeaux e Ernest Renan, ele consegue transpô-las para sua prosa rica, limpa e agradável, como quem, à beira da fogueira, celebra amigos e recém-conhecidos. Mas a sua prosa reunida pela Topbooks supera todas as outras facetas”.
Na substanciosa Introdução, o ficcionista e editor Sidney Rocha diz que o narrador nos contos deste volume é “um observador cínico, o tempo todo fascinado pela tragédia dos personagens, através de um prazer intelectual particular. Ele desmonta as grandes motivações dos personagens com comentários indiretos, enfia agulhas nos pensamentos daquelas almas para relembrar a cada uma como é péssima a idéia de sonhar, diante de tantas limitações humanas, as nossas, espectadores frustrados de nós mesmos”.
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