TINTAS COM A COR PRETA: EDUCAÇÃO...PÓS-EMANCIPAÇÃO
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EDITORA : Malê| Saiba Mais…
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OBJETO
DE DESEJO
Mais do que nunca – na melhor tradição de história social –, pesquisadores têm reconstituído os mundos do trabalho, localizando sua gênese na escravidão africana atlântica e desvendando as políticas de domínio, o governo dos escravizados e o protagonismo – linguagem permanente – de atores, agências e personagens. Enganam-se aqueles que apenas avaliam este movimento como um enquadramento que se limita a localizar vítimas do passado escravista ou que apela para tentativas de sempre incluir raça/racismo nas análises. Universos, paisagens e cenários coloniais e pós-coloniais permanecem como locais/espaços onde homens e mulheres – fundamentalmente inseridos em colonização e trabalho compulsório – inventaram coisas e pessoas. No último século da escravidão, eles ajudaram a redefinir os contornos da dominação, fazendo desintegrar ainda mais o sistema escravista. Escravizados, libertandos e quase-cidadãos se transformaram e buscaram não simplesmente aceitar a escravidão ou esperar o grito providencial de abolicionistas de um devir histórico. No correr da violência de seu cotidiano, elaboraram projetos para encontrar os significados da liberdade que almejavam. Vivendo nas fronteiras da escravidão – e num amanhecer nublado do século seguinte, sob o racismo ainda mais opressivo –, sonhavam com a emancipação, agiam em função desses sonhos, e mudaram o rumo de suas vidas.
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